Ex-deputado é denunciado pelo MP sob suspeita de estuprar filha adotiva de 4 anos

O ex-deputado Luiz Carlos Bassuma foi denunciado à Justiça, pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), sob a acusação de estuprar a filha adotiva, de 4 anos.

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A informação foi divulgada pelo órgão nesta terça-feira (14).

Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito foi indiciado por estupro de vulnerável após a Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca) concluir o inquérito e remeter à Justiça, no dia 6 de maio.
De acordo com a polícia, o caso foi denunciado pela mãe da criança. Não foram passados mais detalhes do ocorrido.

O Ministério Público informou que o inquérito foi recebido pelo MP e a promotora de Justiça Eliana Bloizi ofereceu a denúncia na última sexta-feira (10). O processo corre sob sigilo na 1ª Vara de Feitos Relativos a Crimes contra Criança, por envolver pessoa vulnerável.O ex-deputado federal Luiz Carlos Bassuma negou, por meio de nota, a acusação de que estuprou a filha adotiva. O caso foi divulgado, nesta terça-feira (14), no programa “Que Venha o Povo”, de Casemiro Neto, da TV Aratu.

Em nota, Bassuma classificou a denúncia, que foi enviada ao Ministério Público da Bahia (MP-BA), como “calúnia terrível”. “Trata-se de um processo já investigado e arquivado, iniciado em dezembro de 2017, onde o acusado já se encontra devidamente inocentado nas esferas”, informou.

O ex-parlamentar afirmou ainda que a mãe da menina, Ayla Queiroz, estava inconformada com a separação e “num triste gesto de vingança” usou a filha adotiva para fazer “falsa denúncia”.

“Luiz Bassuma é um senhor honrado e de conduta ilibada, que está há mais de 500 dias sem ver a filha, porque a denunciante está há quatro meses foragida descumprindo meses mandados de busca e apreensão emitidos pela 7° Vara de Família. A imprensa tem uma função a zelar, que é prestar serviço de interesse público, mas quando fica desatenta à sua missão, pode destruir lares, famílias e causar traumas irreparáveis, como no caso em questão, em uma criança com a idade de apenas cinco anos”, diz a nota.

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